sábado, 19 de novembro de 2011

A GENÉTICA RELACIONADA À OBESIDADE!


A relação entre a energia consumida e o gasto de energia total (GET) de acordo com algumas pesquisas, pode estar 40% relacionadas pelos aspectos da herança genética.
Os mecanismos de base genética transmissível, ou seja, o que a genética pode mudar no comportamento dos humanos em relação a regulação do peso, pode ser resumida em três características:
- controle de péptidos e monoaminas que regula o apetite;
- variação do gasto energético total,GET.
- regulação da relação de alimentos ingeridos e metabolizados para a supressão energética do organismo.
Fatores genéticos, como deficiência de um ou mais genes podem estar relacionados com a obesidade, com os escritos abaixo.
Fatores Genéticos Polimorfismos ou mutações em:
Receptor beta adrenérgico
Leptina
Receptor Ob
Fator de necrose tumoral (TNF)
Pró-ópio melanocortina (POMC)
Receptor da melanocortina 4 (MC4R)
Neuropeptídeo Y (NPY)
Outros resultados da pesquisas são a relação entre o índice de massa gorda com o parentesco. Irmãos têm maior tendência de ter IMC semelhantes, essa porcentagem aumenta quando se fala de gêmeos. Além disso, filhos de pais obesos têm entre 50% a 80% de chance de  tornar-se sobrepeso. Pesquisas com crianças adotadas mostraram que o peso delas era mais parecido com os dos pais biológicos, mesmo não tendo relações sociais com eles. Esses resultados foram essenciais para comprovar a relação genética com a obesidade.

As pesquisas de transmissão mendeliana indicam que a obesidade pode ser caracterizada por ser uma doença autossômica dominante, recessiva ou ligada ao cromossomo X.
No entanto, por mais que a genética possa influenciar não devemos culpá-la como único fator, pois os hábitos alimentares contam em grande parte para determinar se o indivíduo terá problemas de obesidade e outras doenças relacionadas a uma má qualidade de vida.
Referencias bibliográficas: 
disponível em: http://www.sbp.com.br/img/documentos/doc_obesidade.pdf  acesso em: 17/11/2011
disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1415-52732004000300006&script=sci_arttext acesso em: 19/11/2011


                                POSTADO POR : ISABEL BARCELOS FERREIRA  

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

GLP-1 (GLUCAGON-LIKE PEPTIDE 1)

   
   

O glucagon-like peptide 1 (GLP-1) é um hormônio produzido no ílio, porção final do intestino delgado, pela célula L. Ele é secretado quando o alimento chega nessa parte do intestino.






   Sua ação acontece nas células beta do pâncreas, que secretam a insulina. A principal função do GLP-1 é estimular a secreção da insulina. O GLP-1 se liga com um dos seus receptores na célula beta e o ativa, fazendo com que a concentração do cAMP e a PKA aumentem. O aumento de glicose dentro das células beta leva a um aumento na produção de ATP que faz os canais de potássio fecharem. O fechamento desse canal acarreta em uma  despolarização da membrana que abre os canais de cálcio, onde as vesículas de insulina irão ser secretadas.

   
   Por estimular a produção de insulina o GLP-1 diminui a concentração de glicose no sangue e aumenta a produção de insulina. Estudos mostraram que depois de uma ingestão rica em gordura e carboidrato os níveis de GLP-1 no sangue aumentam, e em obesos o aumento observado foi ainda maior. Por aumentar a quantidade de insulina no sangue, doses sintéticas desse hormônio são usadas para o tratamento de pessoas com diabetes tipo 2.

   

  
 Já foi comprovado por cientistas que estudam o GLP-1 que ele afeta regiões no hipotálamo que controlam a saciedade em nosso organismo. Descobrindo isso, o remédio Liraglutina, conhecido também como Victoza, foi criado. Esse remédio é uma alta dose sintética de GLP-1, usado em tratamento de pacientes com diabetes tipo 2. Porém por ter esse efeito na saciedade também há estudos que estão pesquisando como essa droga reage em pacientes obesos, para o tratamento da obesidade. Você pode saber mais sobre esse remédio nesse   post. 

Referência Bibliográficas: 
- Attenuated GLP-1 secretioninobesity:causeor consequence? Disponível em: <http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1383202/pdf/gut00507-0138.pdf> Acesso em: 13 de nov. de 2011
- Glucagon-Like Peptide 1 Disponível em: <http://medicina.iztacala.unam.mx/medicina/GLP1-DM2.pdf> Acesso em: 13 de nov. de 2011

POSTADO POR: ISABELLE ROMERO NOVELLI

PIMENTA VERSUS OBESIDADE

   

   Cientistas de várias partes do mundo estão estudando o efeito da pimenta em pessoas obesas e no processo digestório. A pimenta possui uma substância chamada capsaicina (o que dá a pimenta o gosto ardido). Essa substância faz com que o estômago, durante a digestão, use o nosso estoque de gordura como combustível. Esse processo leva a um aumento da temperatura corpórea, gastando também calorias. A nutróloga Tâmara Mazaracki explica, "Ela reduz a formação de gases e melhora a produção do suco gástrico. Por isso dá uma força na digestão difícil’’. Porém também avisa que a pimenta é contra-indicado para pessoas que sofrem gastrite ou úlcera.


Capsaicina














Referência bibliográfica:
- Pimenta para emagrecer. Disponível em: <http://saude.abril.com.br/edicoes/0282/nutricao/conteudo_211999.shtml> Acesso em 13 de nov. de 2011

domingo, 13 de novembro de 2011

"GLOBESIDADE"

OBESIDADE MÓRBIDA E INFERTILIDADE MASCULINA


Olá pessoal, vim falar hoje sobre um consequencia da obesidade no homem obeso.
A obesidade pode não influenciar na ereção, ou no desejo sexual tudo pode estar tranquilamente normal, aparentemente,mas a quantidade de testosterona, e a de espermatozóide podem ser prejudicadas, e isso pode acarretar infertilidade.
Os hormônios LH e FSH estimulam a secreção de testosterona pelas células de Leydig, um pouco dessa testosterona é transformada em estradiol, hormônio feminino, isso acontece normalmente, esse processo é catalisado pela enzima aromatase.Os níveis de concentração dessa enzima podem mudar com o aumento de peso, causando assim uma maior transformação de testosterona em estradiol.

Além disso com a maior concentração de estradiol ela inibe a secreção da hipófise que "mandam" produzir testosterona, então com menos quantiodade de homônio masculino e maior de estradiol há algumas características que são expressas como o aumento de mamas, reduzir a libido, causar disfunção erétil e infertilidade.



Postado por: Danielle Teixeira da Silva


Referência Bibliográfica:

Infertilidade masculina.Disponível em <http://veja.abril.com.br/blog/nutricao-homo-obesus/obesidade/obesidade-morbida-e-infertilidade-masculina/ > Acesso em :10 de novembro de 2011.

OBESIDADE ANDRÓIDE x OBESIDADE GINECÓIDE


A obesidade se tornou um dos maiores problemas enfrentado pela população nos últimos tempos.  Para os homens o percentual de gordura tolerável para a saúde é de 18% a 25% e para as mulheres é de 20% a 30%. Resultado do consumo de calorias maior que seu gasto energético a obesidade pode ser dividida em: Obesidade andróide e obesidade ginecóide.

Obesidade andróide: Também classificada como troncular, esse tipo de obesidade o indivíduo possui um formato parecido com uma maçã, resultado do maior acúmulo de adipócitos na região torácica e abdominal. Este tipo de obesidade é mais evidente nos homens (imagem acima).



Obesidade ginecóide: o indivíduo adere ao formato de pêra. O maior acúmulo de gordura encontra-se nas coxas e nos quadris. Formato de maior predominância nas mulheres.  

Estas classificações estão relacionadas:

- ao aumento do consumo de alimentos ricos em gordura saturada ou açúcares;
- alimentos de alta densidade energética;
- escassez de atividades físicas;
- fatores genéticos; 
- problemas de tireóide, dentre outros.



O quadro acima representa o índice: “Relação Cintura-Quadril”. Este índice é resultado da divisão da medida da cintura (em cm) pelo quadril (em cm) de acordo com o sexo do indivíduo. O quadro define que quando há risco de problemas cardiovasculares nos homens é quando o resultado desta divisão é maior de 0,90 e nas mulheres maior que 0,80.


De acordo com um estudo publicado pela revista "The Lancet" a "Relação Cintura- Quadril" é mais eficaz na descoberta de doenças cardiovasculares que o IMC (índice de massa corporal). Uma vez que, o IMC não revela o local onde a gordura está mais localizada, nem a quantidade de musculatura que a pessoa possui. Por isso um atleta poderia ter um IMC parecido com de um sedentário, segundo Arya Sharma, professor de medicina na McMaster University.





Referências bibliográficas:


- Imagem : http://www.guiadadieta.com.br/saude/obesidade-androide-x-ginecoide/ acesso em: 12/11/11
- Estudo publicado pela revista "The Lancet"  
http://www.news.med.br/p/medical-journal/842/a+relacao+cintura+quadril+e+nao+o+i.htm acesso em: 13/11/11






POSTADO POR: REBECCA CASTELO BRANCO

HUMMM DÉLICIAAAA!!!!!!!!


Olá leitores,



O clima de Brasília mesmo em época de chuva tem temperaturas elevadíssimas e o que é melhor para esfriar a cabeça do que sorvete? Somente um sorvete com baixas calorias, sem gorduras hidrogenadas e conservantes e que mantém o delicioso gosto de chocolate, principalmente para os amantes de chocolate amargo.

A caloria, por ser uma unidade de energia, está relacionada com o ganho de peso. Se o individuo, por exemplo, comer alguma comida rica em calorias e o organismo estiver saciado energicamente, o restante da energia será armazenado na forma de gordura.
As gorduras hidrogenadas, obtida pela hidrogenação de óleos vegetais, são tipos de gordura trans. Quanto mais hidrogênio adicionado nos ácidos graxos insaturadas maior é a consistência do produto. Por ser um tipo de gordura trans o organismo não processa esse tipo de gordura deixando-a armazenada, aumentado o índice de doenças cardiovasculares, por exemplo. Outro malefício é que essa gordura aumenta os níveis de LDL e diminui HDL, respectivamente conhecidos com mal e bom colesterol para saber mais sobre o colesterol acesse: http://biobiocolesterol.blogspot.com/

Sem mais delongas vamos à receita!

SORVETE DE BANANA COM CACAU EM PÓ:

Ingredientes:
·         15 Bananas prata
·         7 Colheres de sopa de cacau em pó
Modo de preparo:
·         Congelar as bananas sem casaca e enroladas em papel manteiga, 4 horas antes de iniciar a receita.
·         A cada 2 bananas colocar uma colher de cacau em pó e bater em liquidificador até a massa atingir uma consistência pastos, semelhante ao do sorvete.


Observação: servir logo após do preparo, pois a banana se oxida tornando o sorvete escuro e amargo.

ENJOY IT!!!!


Referências bibliográficas: 

disponível em: http://www.fazfacil.com.br/saude/nutricao_obesidade3.html acesso em:07/11/2011
disponível em: http://kshimizu.sites.uol.com.br/oqsao.htm, acesso: 07/11/2011
disponível em:http://www.via6.com/topico/59204/gordura-hidrogenada-trans- acesso em: 13/11/2011