sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

GOODBYE...


  

    Hoje encerramos o nosso blog de obesidade ):
  Queríamos agradecer todas as pessoas que acompanharam esse projeto da matéria de Bioquímica e Biofísica da UnB, nossa tutora Giselle que nos ajudou muito e o professor Marcelo Hermes por ter nos dado a oportunidade de aprender mais sobre esse tema.
  Esperamos ter ajudado as pessoas a entenderem melhor os mecanismos, tratamentos e conseqüências relacionadas a obesidade (mesmo que as vezes tenhamos exagerado na bioquímica, hehe).
   Nos vemos em outros projetos!!!

Blogueiras

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

TECIDO ADIPOSO

São as famosas “gordurinhas indesejáveis” localizadas em baixo da pele. O tecido adiposo é um tipo de tecido conjuntivo, sua origem advém dos lipoblastos. Este tecido desempenha um papel importante no nosso corpo como:

*isolante térmico;
*reserva de energia (os triglicerídeos); 
*proteção contra choques mecânicos;

Existem dois tipos de tecido adiposo:


TECIDO UNILOCULAR OU AMARELO:

O tecido unilocular contém células uniloculares caracterizadas por apresentar uma gotinha de lipídio em seu citoplasma. Ele pode variar de cor (amarelo) que depende do tipo de ingestão de alimento de cada indivíduo. Este tipo de tecido é o mais encontrado nos seres humanos.


TECIDO MULTILOCULAR OU PARDO:

Ao contrário de tecido unilocular, o tecido multilocular não é abundante nos seres humanos. Por atuar na produção de calor ele é predominante em animais que hibernam e recém nascidos. As células uniloculares possuem várias gotinhas de lipídios em seu citoplasma. A cor parda é por causa de a vascularização ser abundante neste tecido.



referências bibliográficas:
- Primeira imagem disponível em http://www.google.com.br/imgres?q=tecido+adiposo&um=1&hl=pt-BR&sa=N&biw=1024&bih=667&tbm=isch&tbnid=w_Ucnfez0fr4IM:&imgrefurl=http://ihaa.com.br/como-perder-gordura-localizada-no-tecido-adiposo/&docid=Ln2ZRY0eN8MM5M&imgurl=http://i291.photobucket.com/albums/ll292/blogodorium/Ihaa/82370075.jpg&w=478&h=358&ei=WxDYTv-CE8ba0QGxi-nODQ&zoom=1&iact=rc&dur=476&sig=106995822584677664801&page=10&tbnh=127&tbnw=169&start=136&ndsp=16&ved=1t:429,r:13,s:136&tx=80&ty=116 acesso 1 de dezembro de 2011
- Segunda imagem disponível em http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://1.bp.blogspot.com/-3bv8vxmvy_E/To9NdCrd8vI/AAAAAAAAADo/dZtNmhWWgE0/s1600/tecido_adiposo.jpg&imgrefurl=http://obesidadeblog.blogspot.com/2011/10/tecido-adiposo.html&h=600&w=800&sz=37&tbnid=y6OzpnOOlwydhM:&tbnh=92&tbnw=123&prev=/search%3Fq%3Dtecido%2Badiposo%26tbm%3Disch%26tbo%3Du&zoom=1&q=tecido+adiposo&docid=l_YsyamKtiilnM&hl=pt-BR&sa=X&ei=eB3YTr7BNaTw2gXOi8XSDg&sqi=2&ved=0CDsQ9QEwAg&dur=405 acesso 1 de dezembro de 2011
- TECIDO ADIPOSO disponível em Histologia Básica - Texto e Atlas Autor: Luiz Carlos Uchôa Junqueira,/José Carneiro Edição:11/2008 










POSTADO POR: REBECCA CASTELO BRANCO

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

HIPOTIREOIDISMO = GANHO DE PESO?

                                             




A tireóide controla diversas funções no organismo: nossos órgãos, hormônios, sentimentos. O TSH (hormônio secretado pela hipófise) recebe estímulos que controlam a quantidade de hormônios que serão utilizados no nosso corpo. Em especial, os hormônios T3 (tri-iodotironina) e T4 (tiroxina), produzidos pela tireóide, são responsáveis pela regulação do metabolismo do organismo. 
As deficiências na produção desses hormônios (T3 e T4) causa o que denominamos de Hipotireoidismo.


CAUSAS:

As causas podem ser genéticas, inflamação da glândula tireóide, bactérias ou vírus que infectaram a tireóide prejudicando no seu funcionamento.


SINTOMAS:
Fraqueza muscular, palidez, fadiga, distúrbios no sono, mau humor, perda da auto-estima, constipação, falta de concentração, redução de apetite, ganho de peso.

TRATAMENTO:
Ingestão de comprimidos que contenha hormônios tireoidianos (reposição da tiroxina) que o organismo deixou de produzir.


O Hipotireoidismo faz com que o metabolismo fique lento. Isto é evidenciado nos sintomas: a lentidão. O metabolismo do fígado se torna devagar causando acúmulo de triglicerídeos e colesterol no sangue. Portanto, indivíduos que possuem hipotireoidismo tendem a ganhar peso. Este ganho de peso não é tão exagerado, porque pode ser devido a inchaço e não exatamente pela gordura. Mas na ausência de tratamento o hipotireoidismo pode favorecer no aparecimento da obesidade.





referências bibliográficas:

- Hipotireoidismo disponível em: http://www.psiconeuroendocrinologia.com.br/HIPOTIREOIDISMO%20E%20OBESIDADE.pdf acesso em 28 de novembro de 2011 

- Hipotireoidismo disponível em: http://www.pontoxp.com/hipotireoidismo-sintomas-tratamento-engorda-ronaldo/ acesso em 28 de novembro de 2011

- Hipotireoidismo disponível em: http://dietasaudavel1.blogspot.com/2011/02/saiba-porque-o-hipotireoidismo-engorda.html acesso em 28 de novembro de 2011









POSTADO POR: REBECCA CASTELO BRANCO


MODA PLUS SIZE





O mundo da moda é conhecido como muno destinado as mulheres com corpos"esculturais", com tamanho da manequim no máximo de 36.Mas a fim de revolucionar e não mais excluir as mulheres reais das vitrines de marcas famosas e dos desfiles de moda foi criada a moda PLUS SIZE traduzido como “tamanho maior”, ou seja, acima dos números 44, que com certeza servirão para as mulheres da realidade.

Essa moda surgida a pouco tempo foi aderida até por uma das revistas mais importantes,a VOGUE que tem em uma de suas capas as modelos plus size Candice Huffine, Tara Lynn e Robyn Lawley em um ensaio assinado por Steven Meisel.


"Andrea Boschim é uma das precursoras do movimento e, aos 33 anos, mostra que a beleza não depende do manequim que se veste, mas sim de sua auto-estima.
"A modelo Andrea Boschim esclareceu algumas dúvidas sobre o assunto e deu algumas dicas.
Como funciona o mercado? Existem agências especializadas?
Nos últimos dois anos o número de agências que passaram a incluir modelos Plus Size em seu castings cresceu assustadoramente. É preciso tomar cuidado e procurar conhecer um pouco a história da agência antes de entregar seu material e sair pagando books e taxas de inscrição. Além disso, como o mercado Plus Size ainda está se desenvolvendo, muitas donas de grifes acabam se valendo das redes sociais para encontrar as modelos que estamparão suas coleções.

Você acredita que as grifes atendem as necessidades do público plus?
Acredito que há um grande esforço para estar a cada coleção se superando, trazendo peças com tendências vistas nas grandes semanas de moda do mundo, mas respeitando o corpo curvilíneo das Plus Size. Há um grande investimento em tecidos, modelagem… porém ainda há muito para melhorar e para crescer.
 
Como funcionam as cobranças sobre a saúde das modelos?
As modelos que estão há mais tempo no mercado, como as TOP5 (eu, Bianca Raia, Celina Lulai, Mayara Russi e Simone Fiuza) procuramos sempre estar com nossos exames laboratoriais e saúde em dia e, sempre que podemos, incentivamos esta prática para as modelos iniciantes. Mas não há efetivamente uma cobrança sobre a saúde das meninas.
 
Existe preconceito ainda? Como ele acontece?
Existe. E acontece das formas mais variadas. Desde chegar a um local para fazer cabelo e maquiagem, e ter que explicar que você vai fazer parte do desfile, até preconceito de algumas lojas que trabalham exclusivamente para o mercado Plus Size e colocam em seus catálogos modelos de manequim 40/42. Modelo Plus Size é aquela que usa a partir do manequim 44/46, não entendo o que passa pela cabeça destas pessoas… Se você faz roupas para pessoas gordas, saiba que quem compra espera ver em seus catálogos pessoas como elas. Isso aumenta a identificação entre cliente e marca!"(entrevista retirada do blog plussizefortaleza.blogspot.com)


Postado por: Danielle Teixeira da Silva

Referências bibliográficas:

Disponível em < http://consumidormoderno.uol.com.br/hot-news/em-expans-o-o-mercado-plus-size-ganha-destaque >>. Acesso em : 24 de novembro de 2011.

Disponível em < http://plussizefortaleza.blogspot.com/2011/05/modelo-andrea-boschim-explica-um-pouco.html>. Acesso em : 24 de novembro de 2011.

OBESIDADE E GRAVIDEZ

 Com o aumento da incidência de obesidade no mundo o número de mulheres em idade reprodutiva com sobrepeso também vem aumentando em todo o mundo, e o Brasil não é exceção.
“Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que o excesso de peso e a obesidade entre as mulheres cresceram 50% nos últimos 30 anos, sendo que, atualmente, mais da metade (51,9%) das brasileiras entre 20 e 44 anos estão com um IMC acima de 25.
Contrariamente ao que muitos acreditam, a prevalência de obesidade é maior entre as mulheres brasileiras de baixa renda do que nas classes sociais mais favorecidas.Esse fenômeno não é exclusividade do Brasil e repete-se em quase todos os países em desenvolvimento com renda média intermediária.”
Diversos estudos indicam que as obesas têm maior prevalência de amenorréia e infertilidade, sendo que 35 a 40% das mulheres com síndrome dos ovários policísticos são obesas. A obesidade também reduziria as chances de sucesso dos tratamentos para esterilidade e aumentaria a probabilidade de abortamento espontâneo.”( retirado do artigo “Obesidade e Gravidez’ de Rosiane Matta,Maria Regina Torloni,Ana Pilar Betrán,Mario Merialdi)

 
Com todas essas conseqüências causadas pela obesidade durante a gestação, é interessante destacar que durante a gravidez não é hora de querer emagrecer. Baseado da curva de ganho de peso gestacional:

Imagem retirada dos slides da aula do professor Douglas Moreira.


 É aconselhavel que as gestantes em geral tenham um ganho de peso, mas no caso das obesas é aconselhavel que seu ganho de peso seja menor, mas que mesmo assim tenha ganho de peso afim de não prejudicar o feto.O peso da mãe pode estimular o apareciemento de doenças no bebê.
 Por isso ao engravidar, procura ajuda médica para que se mantenha saudável durante sua gestação!

Postado por: Danielle Teixeira da Silva

Referências Bibliográficas:
 

 Artigo “Obesidade e Gravidez’ de Rosiane Matta,Maria Regina Torloni,Ana Pilar Betrán,Mario Merialdi
Disponível em < http://www.scielo.br/pdf/rbgo/v31n3/a01v31n3.pdf >.Acesso em 11 de novembro de 2011

terça-feira, 29 de novembro de 2011

INSULINA E GLUCAGON


INSULINA
   A insulina, um hormônio peptídico, é produzida no pâncreas. Esse hormônio ajuda a manter homeostase da glicose, sendo secretada logo após refeições. Ela diminui as vias de produção de glicose, como a gliconeogênese, e aumenta a captação de glicose no músculo e no tecido adiposo. 

                                        VÍDEO SOBRE A AÇÃO DA INSULINA
Ela é produzida na forma de uma molécula de pré-pró-insulina. Ao se retirar a sequência sinalizadora dessa molécula e fazer três ligações de dissulfeto ela é armazenada nos grânulos na célula beta do pâncreas e é chamada de pró-insulina. Quando o nível de glicose está alta no sangue a molécula de pró-insulina perde seu peptidio C, virando uma molécula de insulina madura. 



A resistência a insulina atinge grande parte da população obesa. O hormônio insulina ainda é produzido pelo corpo, porém sua ação no corpo não é completa. Uma das funções principais da insulina é deixar as células mais sensíveis a glicose, produtora de energia. Essa resistência a insulina faz com que o individuo produza maiores concentrações de insulina e que o nível de glicose aumente. Esse aumento na concentração de glicose no sangue pode acarretar a um estado de pré-diabetes ou até diabetes. Essas conseqüências podem ser evitadas com a redução de peso e exercícios físicos.
                                           



GLUCAGON
Molécula de glucagon

   O hormônio glucagon é produzido no pâncreas pelas células alfa. Esse hormônio possui efeito antagônico à insulina. Enquanto a insulina diminui a concentração de glicose no sangue, o glucagon aumenta as concentrações de glicose no sangue. Esse hormônio ajuda na homeostase da glicose e faz com que o glicogênio hepático vire glicose, que será liberada pelo sangue. 
   Sua secreção é estimulada pela baixa concentração de glicose no sangue e pelo aumento da concentração de aminoácido no sangue. Porém ela pode ser inibida pela insulina. Níveis muito altos de glucagon pode levar a hiperglicemia.



Referências bibliográficas:
-             Vias de sinalização da insulina. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-27302002000400013&lang=pt acesso em 27 de novembro de 2011
-             O que é resistência a insulina? Disponível em http://www.fleury.com.br/Clientes/SaudeDia/Artigos/pages/Oqueéresistênciaàinsulina.aspx acesso em 28 de novembro de 2011
-             NELSON, D. e COX, M. Princípios de Bioquímica de Lehninger  5 ed. . Porto Alegre: Artmed 2011. p. 933
-             Glugacon. Disponivel em http://en.wikipedia.org/wiki/Glucagon acesso em 28 de novembro de 2011  


POSTADO POR: ISABELLE ROMERO NOVELLI



domingo, 27 de novembro de 2011

LIPOASPIRAÇÃO


A lipoaspiração é uma cirurgia estética que surgiu no final da década de 70 pelo inglês Illouz que tem como objetivo retirar gorduras localizadas. Não é uma cirurgia indicada para perder peso, é para modelar o corpo, melhorar na silhueta. Normalmente é indicada nos casos de indivíduos que têm um peso ideal, porém possuem gorduras localizadas na região do abdômen, por exemplo, que não desaparecem com a perda de peso ou exercícios.

A retirada de gordura é limitada. Não se pode retirar toda a gordura, pois é uma forma de sustentar e proteger a pele, com sua remoção total pode acontecer a morte do tecido. Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica tem um limite de retirada de gordura, que seria até 7% do peso corporal. 

A anestesia mais comum usada na “lipo” é a peridural, mas pode ser também a anestesia geral ou local, dependendo da região. A gordura é aspirada através de cânulas metálicas (podendo ser de vários tamanhos) que são introduzidas na subcutânea.


Após a cirurgia é comum aparecer um pequeno excesso de pele na região onde foi realizada a “lipo”, porém, com o tempo, essa região sofre retrações que dentro de alguns meses, esse excesso desaparece. O uso de modeladores elásticos após a cirurgia é fundamental para a proteção dos pontos e remodelação do corpo, podendo ser retirados somente no banho.


A recuperação não é muito dolorosa. O paciente não pode carregar muito peso, nem fazer exercícios intensos, apenas leves caminhadas, para prevenir trombose. Após três meses o indivíduo terá condições de fazer atividades físicas como ioga, natação, ginásticas.


Como toda e qualquer cirurgia, a lipoaspiração não é milagrosa. Os seus resultados irão depender muito da recuperação, seguindo a risca todas as orientações que o médico irá passar. É relevante o controle da alimentação e a prática de exercícios para que mantenha o resultado e principalmente o peso.






referências bibliográficas:


Imagem, disponível em http://www.google.com.br/imgres?q=lipoaspira%C3%A7%C3%A3o&um=1&hl=pt-BR&sa=N&biw=1024&bih=667&tbm=isch&tbnid=8osLzzujRHqHnM:&imgrefurl=http://www.viniciusmelgaco.com.br/blog/lipoaspiracao/&docid=6fV7e4zNKJY31M&imgurl=http://www.viniciusmelgaco.com.br/blog/wp-content/uploads/lipoaspiracao-bh.jpg&w=293&h=280&ei=Ir7STv2eG4roggfu-_D5Dw&zoom=1&iact=rc&dur=338&sig=106995822584677664801&page=7&tbnh=140&tbnw=155&start=93&ndsp=15&ved=1t:429,r:12,s:93&tx=107&ty=72 acesso em 27 de novembro de 2011
Lipoaspiração, disponível em http://www.santamonicaunai.com.br/files/elianaduraes/lipoescultura.pdf acesso em 26 de novembro de 2011
Lipoaspiração, disponível em http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?275 acesso em 26 de novembro de 2011










POSTADO POR: REBECCA CASTELO BRANCO